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מקורו של חג המולד וחג חנוכהמקורו של חג המולד וחג חנוכה - A origem do Natal e a festa de Chanukáh

מקורו של חג המולד וחג חנוכה
A origem do Natal e a festa de Chanukáh


O Mundo gira em torno de festividades que procuram trazer alegria e entretenimento às pessoas. Os homens sempre inventam coisas para se divertirem e assim distraírem suas mentes, livrando-as da realidade, ou seja, iludindo-as. Desta forma no mundo antigo não faltava imaginação para a mente fértil do ser humano que se envolvia com as divindades e suas características e devaneios. Assim todos tinham deuses de todas as qualidades e objetivos e gostos que os proporcionavam prazer e diversão em todas as áreas de suas vidas, sendo assim, realizavam oferendas em agradecimento aos mesmos que os induziam as suas bestialidades e coisas semelhantes.
Cada vez mais distante do verdadeiro D’us as pessoas buscam ainda hoje as mesmas coisas, permeiam os mesmos caminhos. Hoje permanecem os conceitos de séculos atrás, conceitos pagãos, conceitos idólatras e até mesmo aqueles que têm uma aparência de piedade, levam as pessoas pra mais distantes ainda da Luz, pra mais distantes da verdade, distantes do verdadeiro D’us.

A origem do Natal
Sabemos que o Natal tem sua origem e é assim divulgada pelo Cristianismo, como o Nascimento de Jesus Cristo, visto assim como “Menino Jesus” ou o “menino deus” neste contexto, sendo o principal desta festa para a Cristandade.
Isso é o que é dito pela Igreja de Roma, o ícone do Cristianismo antigo e moderno. Porém, aqui neste shiur-estudo veremos a verdadeira origem desta festa, dessa comemoração, de tudo o que a envolve os detalhes desta comemoração.


Recordemos que o mundo romano era pagão. Antes do século IV os seguidores de Yeshua eram poucos, embora estivessem aumentando em número, eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino no século IV, que se declarou cristão, elevando o Cristianismo a um nível de igualdade com o Paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.
Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de Dezembro. Era uma festa de alegria muito especial. Agradava ao povo.
Não queriam suprimi-la.

O reconhecimento do dia de domingo por parte de Constantino, dia em que os pagãos adoravam o sol, e como a influência do maniqueismo, que identifica o Filho de Deus com o sol, deram motivos aos pagãos do século quatro, agora convertidos em massa ao cristianismo, para adaptar a festa do dia 25 de Dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando o título de dia do nascimento do Filho de Deus. (The New Shaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge).

Assim foi como o Natal foi introduzido em nosso mundo ocidental!   Ainda que tenha outro nome, continua sendo em espírito a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas nem por isto não deixa de ser lebre. A Enciclopédia Britânica diz: “A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de Janeiro para 25 de Dezembro a festa que até então era chamada de Mitráica, o aniversário do invencível sol ou “Sol invíctus”… os sírios e os armênios, apegando-se a data de 6 de Janeiro, acusavam os romanos de idolatria e adoradores do sol, sustentando que a festa de 25 de Dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto.”


“Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de Dezembro), que seguiu a Saturnália (17 a 24 de Dezembro) e comemora o dia mais curto do ano e o nascimento do deus sol. As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas aos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã.

 Estas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma da sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatras e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã”. 
(The New Shaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religiosos de Shaff-Herzog)



A verdadeira origem do Natal

Temos visto, pois, que o Natal foi estabelecido por meio da Igreja Católica Romana e que ela o recebeu do paganismo. Porém, qual foi a sua verdadeira origem?
O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia e, como tal, é censurado nas profecias e ensinamentos bíblicos. Tem suas raízes na antiga Babilônia de Ninrode! Sim, data da época imediatamente posterior ao dilúvio!
Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico, sistema organizado de impérios e governos humanos, do sistema econômico do lucro, o qual tem se apoderado do mundo desde então. Ninrode construiu a torre de Babel, a Babilônia original, Nínive e muitas outras cidades. Organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode se deriva da palavra    מרד    “marad”, que significa “rebelar”.

De escritos antigos aprendemos que foi este homem que começou a grande apostasia mundial organizada que tem dominado o mundo desde tempos antigos até agora. Ninrode era tão perverso que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe cujo nome era Semíramis. Morto prematuramente, sua chamada mãe-esposa, Semíramis, propagou a perversa doutrina de reencarnação de Ninrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que em cada aniversário de seu nascimento, Ninrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de Dezembro. Aqui está a verdadeira origem do Natal.

Semíramis se converteu em “rainha do céu” e Ninrode, sob diversos nomes, se tornou o “divino filho do céu”. Depois de várias gerações desta adoração idolatra Ninrode também se tornou em falso messias, filho de Baal, o deus sol. Neste falso sistema babilônico, a “mãe e filho” (Semíramis e Ninrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração da “mãe e do filho” se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendente que pareça, encontramos o equivalente na Madona muito antes do nascimento de Yeshua o Mashíach!

Nos séculos IV e V os pagãos do mundo romano se “converteram” em massa ao “Cristianismo” levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos dissimulando-os sob nomes cristãos. Foi quando se popularizou também a ideia da “mãe e filho”, especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

Quem foi criado neste mundo babilônico, que tem escutado e aceitado estas coisas durante toda a vida, tem aprendido a venerá-las como algo sagrado, não duvida e jamais se detém para investigar se este costume tem sua origem na Bíblia ou na idolatria pagã.

Assombramo-nos ao conhecer a verdade e, infelizmente, há aqueles que se ofendem ao ouvir a verdade. Porém, Deus ordena a seus ministros fiéis: “clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz e anuncia ao povo a sua transgressão.(Isaías 58:1).

A verdadeira origem do Natal está na Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde a muitos séculos!      No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da “rainha do céu”) nasceu em 25 de Dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido celebraram esta data antes do nascimento de Yeshua o Mashiach.

O Mashiach Yeshua, o verdadeiro Messias, não nasceu dia 25 de Dezembro. Os Talmidim (apóstolos) da Kehiláh do primeiro século jamais celebraram o natalício do Senhor Yeshua nesta data e em nenhuma outra. Não existe na Brít chadashah ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de observar a data da Sua morte (I Corintios 11:24-26; João 13:14-17; Eclesiastes 7:1).
Assim foi, como os “mistérios dos caldeus”, inventado pela esposa de Ninrode deixado como legado, com novos nomes cristão, pelas religiões pagãs.

Outros costumes pagãos

Além dos tradicionais costumes natalinos de cada povo, tem se adotado outros que são de origem pagã. A corda verde adornada com fitas e bolas coloridas que enfeitam as portas de tantos lares é de origem pagã. Usadas para representar e indicar uma saturnália, um local de culto a Saturno.
Também as velas, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar o deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite.

O Papai Noel : origem e tradição


Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.


Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.

Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.


 Papai Noel no trenó e suas renas

Atualmente, a figura do Papai Noel está presente na vida das crianças de todo mundo, principalmente durantes as festas natalinas. É o bom velhinho de barbas brancas e roupa vermelha que, na véspera do Natal, traz presentes para as crianças que foram obedientes e se comportaram bem durante o ano. Ele habita o Pólo Norte e, com seu trenó, puxado por renas, traz a alegria para as famílias durante as festas natalinas. Como dizem: Natal sem Papai Noel não é mesma coisa.


Origem do presépio de Natal


De acordo com fontes históricas, o primeiro presépio foi montado por Francisco de Assis no Natal de 1223. O frade católico montou o presépio em argila na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua ideia era montar o presépio para explicar as pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de Jesus Cristo.

No século XVIII, a tradição de montar o presépio, dentro das casas das famílias, se popularizou pela Europa e, logo em seguida, por outras regiões do mundo.

Tradição da montagem do presépio

É tradição em várias regiões do mundo a montagem do presépio na época de Natal. Os presépios podem variar em tamanho e materiais usados. Existem presépios minúsculos e outros em tamanho real. As peças podem ser feitas de madeira, argila, metal ou outros materiais. O mais comum, atualmente, é a montagem dentro das casas das famílias cristãs. Porém, encontramos também presépios em lojas, empresas, praças, escolas e outros locais públicos.

Os pais castigam seus filhos por dizerem mentiras, porém ao chegar o Natal eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira do “Papai Noel”, os “Reis Magos” e o “Menino deus”! Por isso não é de estranhar que ao chegarem a idade adulta também creiam que Deus é um mito.
Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: “Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo”.
Estudando estes fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume bíblico, mas sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!

O que a Bíblia diz sobre árvores de Natal

Na Toráh e nos profetas, vemos que os povos, desde a antiguidade, possuíam o mau-hábito de utilizar a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria.

Quando corta para si cedros, toma, também, o cipreste e o carvalho; assim escolhe dentre as árvores do bosque; planta um olmeiro, e a chuva o faz crescer. Então serve ao homem para queimar; e toma deles, e se aquenta, e os acende, e coze o pão; também faz um deus, e se prostra diante dele; também fabrica uma imagem de escultura, e ajoelha-se diante dela. Metade dele queima no fogo, com a outra metade prepara a carne para comer, assa-a e farta-se dela; também se aquenta, e diz: Ora já me aquentei, já vi o fogo. Então do resto faz um deus, uma imagem de escultura; ajoelha-se diante dela, e se inclina, e roga-lhe, e diz: Livra-me, porquanto tu és o meu deus.

Isaías 44:14-17


Não plantarás nenhuma árvore (asheráh) junto ao altar de Adonay teu D’us, que fizeres para ti.

Deuteronômio 16:21
Porque os costumes dos povos são vaidade; pois corta-se do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, feita com machado; 
Sobre o panetone
¶ E o SENHOR me disse: Vai outra vez, ama uma mulher, amada de seu amigo, contudo adúltera, como Adonay ama os filhos de Israel, embora eles olhem para outros deuses, e amem os bolos de uvas. 

Muitas dessas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.
O Natal, na verdade, é um sincretismo religioso feito nos séculos III e IV d.C., para que pudesse ser passado à posteridade todos os rituais e abominações pagãs. É uma festa pagã, onde o nome do Senhor Yeshua foi usado apenas como pretexto, fazendo-O de palhaço e espetáculo para o mundo.
Se pensamos que toda aquela simbologia era válida apenas para a época em que os pagãos cultuavam seus deuses, estamos enganados. Se assim fosse, não haveria razão de mantê-las nesta festa. Há uma dupla finalidade na existência do Natal: Além das mensagens inerentes, há um atrativo que chama todo mundo à participar do seu ritual . Assim como a Saturnália foi para os romanos, o Natal é para o mundo - tornando cada participante um cúmplice de sua magia. Foi uma forma que Satanás achou para oferecer a sua ilusória proposta de paz e harmonia, transformando assim o mundo na "Saturnia Tellus".
 Por outro lado, suas simbologias, rituais, mensagens ocultas, destinadas aos praticantes dos rituais de ocultismo, bruxaria e feitiçaria são rituais pagãos que sobreviveram até os dias de hoje.
As evidências desta verdade, além do que foi mostrado até agora nesse trabalho, são as crescentes publicações de magia, bruxaria, ocultismo, adivinhação, facilmente encontrados em qualquer banca de jornal ou livraria, onde estão também incluídas as simbologias de Natal. Uma das grandes provas da ligação do Natal com rituais de magia, é o chamado "espírito do Natal", onde o ambiente é modificado pelos enfeites - símbolos de significados ocultos. Juntamente com as músicas, é criado um clima de mistério, e esta sensação atinge qualquer pessoa de qualquer crença, católicos, espíritas, possivelmente budistas, muçulmanos, e até os ateus, criando uma espécie de confraternização.
O estranho é que atinge incrédulos e crentes, o que evidencia que esta magia existe e tem grande poder de penetração no mundo. Como o povo de D’us poderia participar desta festa, sabendo de sua ligação com o ocultismo, magia, e feitiçaria?
Está evidente a finalidade do Natal como portador de mensagens - não bíblicas - mas mensagens destinadas aos que perecem. Nós é que procuramos cristianizar o Natal.
Se o mundo age desta forma, não é de admirar, pois faz o que lhe é próprio. Mas os filhos de Hashem que têm a função e a responsabilidade de ser luz do mundo e sal da terra, quando comemoram o natal - sabendo o que ele significa - se fazem pior do que o mundo, pois desvirtuam totalmente a sua função.
Yeshua disse:

"Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? Para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa.
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus
".
(Mateus 5:13-16) .

Devemos nos distinguir deste século mau, pois para isto estamos aqui!
Não somos iguais ao mundo - apesar de estarmos sujeitos às mesmas paixões e pecados - depois de sermos atingidos pela Chéssed de Hashem, por meio de Yeshua nosso Messias, temos armas espirituais para não andarmos mais como escravos do pecado do mundo e do diabo. E estamos aguardando a redenção total, na Sua volta. Como servos de D’us, é necessário que o nosso testemunho seja completo.
Quando procuramos fazer a vontade de D’us, cumprindo o mandamento de sermos o sal da terra, a luz do mundo, é inevitável termos atitudes diferentes dos incrédulos .
Quando fazemos isto, muitos nos acusam de fanáticos, radicais, extremistas, ou...de não termos amor para com os outros. Não sabendo eles que foi exatamente este o exemplo dado pelo próprio Messias e pelos Seus talmidim, como Estêvão e Ráv.Shaul  
(Marcos 11:15-18; João 2:13-16; Atos 7:2-51; 17:32-33).
Seremos os juízes que julgarão o mundo e até os anjos
(ICoríntios 6:2,3); não podemos, portanto, nos conformar com este mundo (Romanos 12:2) (IICoríntios 7:1), "visto que a amizade do mundo é inimizade contra D’us " (Tiago 4:4).
Yeshua, antes de ser entregue para ser crucificado, orou: "Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Malígno".
(João 17:15)
Quando, para não sermos antipáticos, participamos e nos harmonizamos com o mundo, estamos sendo cúmplices do mal, sendo pedras de tropeço para a ação de D’us a favor do próprio mundo! O mundo precisa ver gente transformada ao caráter do Mashiach Yeshua.
A Brit chadashah nos exorta:


"...não sejais participantes com eles; pois outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz
(pois o fruto da luz está em toda a bondade, e justiça e verdade), provando o que é agradável a Adonay; e não vos associeis ás obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as; " (Efésios 5:7-11) .
A mensagem está bem clara: Não devemos nos associar às obras infrutuosas das trevas, e sim condená-las.

Não se esconda atrás de desculpas com estas:

"O nosso Natal é diferente"- Isto é mentira, pois, além de comemorar na mesma data, também adotam os mesmos costumes dos incrédulos.
"Estamos comemorando o nascimento de Yeshua"- Outra mentira, pois o Senhor Yeshua não nasceu nesse dia, e, o fato de não ser mencionado na Brit chadashah a data do Seu nascimento, é justamente para evitar a Sua comemoração. Na verdade, quando se comemora o Natal, se está comemorando a Mitra,  Baal, e outros deuses, que se encarnaram no Papai Noel.
"Santificamos o Natal" - Santificaria o servo e filho de D’us uma mentira, uma farsa?
"O que vale é a intenção"- Com a intenção ninguém foi ou será salvo. Com a intenção podemos cometer os mais abomináveis crimes.
"Yeshua é o sol da justiça" - Uma das possíveis alegações, é que D’us permitiu que os povos pagãos adorassem os deuses como o deus Sol, porque quando o Senhor Yeshua vier, Ele será adorado também como o "sol da justiça".
Não é possível que haja alguém, realmente que serve a D’us, com tão absurda desculpa. Prefiro acreditar que Satanás sabendo que Yeshua é a luz do mundo, criou falsos deuses como luz e sol, para enganar a muitos, sendo que ele mesmo se faz passar por anjo de luz.
(II Cor.11:14)
O que faz com que o povo de D’us participe dessa festa, na verdade, é a pressão, a provação que ele passa.
Como foi mencionado antes, o "espírito do Natal" realmente existe, e é uma espécie de magia criada para envolver, enlaçar, prender as pessoas à esta festa.
O povo de D’us, diante dos familiares, dos amigos, no serviço e na sociedade em geral, onde é comemorado o Natal, sofre realmente uma pressão. Mas é justamente aí que ele deve dar o verdadeiro testemunho. Quanto mais ele se negar a participar dessas festas pagãs e abomináveis, mais vai se distinguir do mundo, sendo luz e sal da terra, brilhando mais diante das trevas, e exalando o bom perfume do Mashiach Yeshua


 
Yeshua não nasceu em Dezembro!!!!


A Ordem do Turno de Avyáh hakohen - Abias o Sacerdote
Conforme I Crônicas 24 era a 8º ordem (turno).

                          1 Cronicas 24:1-19  1 Cronicas 24:1 “E QUANTO aos filhos de Aharon, estas foram as suas divisões: os filhos de Aharon: Nadav, Avihú, Eleazar e Itamar2 E morreram Nadav e Avihu antes de seu pai, e não tiveram filhos; e Eleazar e Itamar administravam o sacerdócio3 E David, com Tsadoq, dos filhos de Eleazar, e Achimélech, dos filhos de Itamar, dividiu-os segundo o seu ofício no seu ministério4 E acharam-se muito mais chefes dos pais entre os filhos de Eleazar do que entre os filhos de Itamar, quando os repartiram; dos filhos de Eleazar dezesseis chefes das casas paternas, mas dos filhos de Itamar, segundo as casas paternas, oito5 E os repartiram por sortes, uns com os outros; porque houve governadores do santuário e governadores da casa de D’us, assim dentre os filhos de Eleazar, como dentre os filhos de Itamar.  6 E Shemáyah, filho de Netanel, o escrivão dentre os levitas, os registrou perante o rei, e os príncipes, e Tsadoq, o sacerdote, e Ahimélech, filho de Aviatar, e os chefes dos pais entre os sacerdotes, e entre os levitas; dentre as casas dos pais tomou-se uma para Eleazar, e outra para Itamar.  7 E saiu a primeira sorte a Yehoyarív, a segunda a Yedayáh8 A terceira a Harim, a quarta a Seorim9 A quinta a Malkyáh, a sexta a Miamin10 A sétima a Haqóts, a oitava a Aviáh11 A nona a Yeshúa, a décima a Sechaniáhu12 A undécima a Eliashív, a duodécima a Yaqim13 A décima terceira a Chupah, a décima quarta a Yesheváv14 A décima quinta a Bilgah, a décima sexta a Imer15 A décima sétima a Chezir, a décima oitava a Chapitsets16 A décima nona a Petachyáh, a vigésima a Yechezqél17 A vigésima primeira a Yachin, a vigésima segunda a Gamúl18 A vigésima terceira a Delayáhu, a vigésima quarta a Maazyáhu19 O ofício destes no seu ministério era entrar na casa do Adonay, segundo lhes fora ordenado por Aharon seu pai, como o Adonay D’us de Israel lhe tinha mandado.”






Ao observarmos a descrição dos textos Neotestamentários, denominados de  Evangelhos, podemos entender qual mês o Mashiach Yeshua nasceu e que solenidade coincidiu com este dia.
Belém estava lotada e não havia lugar para Yossef-José e Miriam-Maria nas estalagens. Por quê?
Os anjos avisam os pastores no campo e os magos avistam uma estrela que os guia. Como estava o clima e que estação era?  
Há um decreto de César Augusto para um recenseamento, ou seja, um recadastramento. Havia possibilidade para isso se este evento tivesse ocorrido em Dezembro?
Vamos observar detalhadamente estes fatos e nos assegurar das verdades.

Para chegarmos a precisa informação, temos que analisar o texto corretamente. Vejamos então.


Lucas 1:5-17  “Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um kohen-sacerdote chamado Zacariah, da ordem de Aviáhu-Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; e o seu nome era Elishéva-Isabel.  6 E eram ambos justos perante D'us, andando sem repreensão em todos os mandamentos e preceitos de Adonay.  7 E não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e ambos eram avançados em idade.  8 E aconteceu que, exercendo ele o sacerdócio diante de D'usna ordem da sua turma,  9 Segundo o costume sacerdotalcoube-lhe em sorte entrar no templo de Adonay para oferecer o incenso.  10 E toda a multidão do povo estava fora, orando, à hora do incenso. E um anjo de Adonay lhe apareceu, posto em pé, à Direita  do  altar  do incenso.   12 E Zacariah,  vendo-o, turbou-se, e  caiu  temor  sobre ele.  13 Mas  o anjo lhe disse: Zacariah,  não temas, porque  a  tua  oração  foi ouvida, e Isabel, tua mulher, dará  à  luz um filho, e lhe porás  o  nome  de Yochanan (João).   14 E terás  prazer  e  alegria,e muitos se alegrarão no  seu nascimento,   15 Porque será grande diante de Adonay, e não beberá vinho, nem bebida forte, e será cheio do Ruach hakodesh (Espírito Santo), já desde o ventre de sua mãe.   16 E converterá  muitos  dos  filhos de Israel a Adonay seu Deus,  17 E irá adiante  dele no  espírito  e  virtude  de  Eliáhu-Elias,   para  converter   os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar a Adonay um povo bem disposto.”

A Ordem do Turno de Aviáhu hakohen - Abiah o Sacerdote




O Mashiach Yeshua chegou, nasceu no mês de Tishrei em chag Sukot. Verdadeiramente o Eterno, por meio do seu verbo tabernaculou entre nós, o imanuel.




O que devemos comemorar ?

Nesta mesma época o povo judeu no mundo inteiro independente do país em que estiver comemora a festa de Chanukáh, a festa das luzes. No dia 25 do mês hebraico de Kilêv é festejada esta festa.


Como surgiu esta festa?

Um nome muito significativo num momento e num tempo tão misturado como os que estamos vivendo. Comemorar em Dezembro a festa de Chanukáh é muito significativo e edificante. Nesta época em que é festejado o Natal, recordamos o milagre que o Eterno realizou ao nosso povo no passado, na época dos macabeus...
A festa de chanukáh, que começa no dia 25 de Kislêv e tem duração de 8 dias (que cai geralmente na segunda metade do mês de Dezembro), comemora os eventos que ocorreram na terra santa, na época do segundo Templo, durante a era do domínio grego da dinastia selêucida, cujo centro era a Síria. Foi naquela época que surgiram, pela primeira vez na história do nosso povo, perseguições contra a religião judaica. Naquele tempo apareceram as manifestações comoventes e espantosas de heroísmo judeu e total dedicação à causa da preservação da herança do judaísmo. Foi por isso que aqueles acontecimentos deixaram uma profunda marca no curso da história judaica e se tornaram uma fonte poderosa de fortalecimento espiritual para as gerações posteriores.


O pano de fundo histórico e o cenário político-militar daquela época, que se iniciou com as conquistas de Alexandre Magno (333 a.e.c) no Oriente e que abriram os seus portões a cultura elenística. Os herdeiros de Alexandre deram continuidade ao domínio da cultura grega. Érets Israel era dividida entre as dinastias de Ptolomeu, do Egito, no sul, e a dos Selêucidas. O reinado do rei selêucida Antioco IV, apelidado de Epífanes, marcou a mudança para pior. Ele se atribuía uma divindade e a missão de disseminar a cultura grega. Os oficiais do rei e seus soldados percorriam as cidades e os povoados e obrigavam os habitantes a sacrificarem oferendas nos altares impuros dos idólatras. Porém, apenas os fracos obedeciam às ordens do rei. A maioria expressava uma resistência passiva, fugiam aos desertos ou emigravam para o Egito, onde se juntavam a grande comunidade judia lá.
Ou sofriam a morte de mártires, pelo nome sagrado de D'us, a fim de não trair a fé de seus antepassados. Foi nessa época que ocorreu, pela primeira vez o fenômeno de "'"Kidush Hashem""' em massa, cujo o exemplo foi seguido por muitas e muitas gerações. A revolta eclodiu em Modiin, pequena cidade situada nas colinas ao leste da cidade de Lod, quando o oficial do rei convocava os habitantes, entre os quais se encontrava Matityáhu, o velho Kohen da família dos Hashmonaim (Hasmoneus), a sacrificarem porcos no altar do ídolo.
 Eis que se aproxima um elenizante (judeus adeptos da cultura grega e costumes pagãos, pois muitos foram os judeus que se tornaram helenizantes) para fazê-lo, perante o povo. Não se contendo, Matityáhu se lançou sobre o judeu e o oficial, matando-os. Foi naquele momento que lançou seu famoso grito: Mi 'im 'Elohim, bo' 'imi ! (Quem está com D'us, venha comigo!) que se espalhou por toda a Judéia. Matityáhu, o Hasmoneu, e seus 5 filhos Yochanan, Shim'on, Yehudáh,  'Ela'azar e Yonatan fugiram ás montanhas de Gofnáh, ao leste de Modiin e ao apelo de Matityáhu. Matityáhu designou seu filho Yehudáh para ser o chefe da rebelião.
 Seu apelido era Makabi, daí o nome de seus comandados de "Makabeus". Depois da quarta batalha, dois anos após o início da revolta, Yehudáh Macabi conseguiu libertar Jerusalém (164 a.e.c). O Templo e sua redondeza foram purificados, os ídolos removidos e o altar restaurado inaugurado, pois Antíoco mandara sacrificar porcos no altar e lá no Kodesh hakodashim-santo dos santos, colocou vários ídolos dentro do Templo e colocou uma estátua de Zeus no altar de sacrifícios do Senhor. A abominação desoladora.....

É ai que os makabeus entraram em ação vencendo-os por completo. Então, no meio dos escombros, ao olharem para aquela desgraça e abominação, choraram de amargura e tristeza e uma menininha, filha de um kohen, achou um vaso de azeite, com o selo intacto do Kohen gadol (sumo sacerdote), para ascender as luzes do Menoráh (candelabro) de ouro no Templo, que era suficiente apenas para um dia. Aconteceu então um milagre (Nés).... O azeite durou oito noites, até que se pudesse produzir o novo azeite puro. Viram nisso um sinal dos céus para uma nova era feliz. Em sinal de alegria e gratidão, a cidade foi iluminada com muitas luzes e os makabeus celebraram a sua grande vitória. Era mais uma vitória espiritual do que militar.

É por isso que celebramos Chanukáh, a festa da Dedicação, a festa das luzes.

Vemos também, nosso Mashiach Yeshua nesta festa. No livro que escreveu Shalíach Yochanan (João) no cap.10 e vs.22, como diz:

וַיְהִי בִּימֵי הַחֲנֻכָּה בִּימֵי החוֹרֶף בִּירוּשָלַיִם וַיּתְהַלֵּך יֵשוּעַ בּבֵית הַמִּקְדָש בְּאוּלָם שְלוֹמוֹה




"E em Jerusalém havia a festa da dedicação (chanukáh), e era inverno. E andava Yeshua no Templo, no alpendre de Salomão."


Assim com o passar do Tempo surgiram tradições ao redor do mundo com os judeus espalhados pelas nações.

Acendemos o Castiçal de oito braços e um acendedor. Cada lâmpada acendemos em cada dia da festa representando os dias em que permaneceu aceso o Menoráh no Templo.





Assim lembramos o milagre de Chanukáh.!


E o Sevivon ou Dreidel ????

 

Se tornou tradição girar o peão chamado em hebraico Sevivon porque na época em que ocorreu o milagre eles foram proibidos de estudar a Toráh, de circuncidarem seus filhos, de guardarem o shabat, de sacrificarem e etc.. Por esta razão criaram peões com letras gravadas em seus lados para estudarem a Toráh de forma oculta sem serem percebidos pelos inimigos. Como herança permanece o costume das crianças brincarem com os sevivon...


E chanukáh Gelt..?  O que é  ?

É o reforço dado as crianças em moedas, em dinheiro, como incentivo para estudarem a Toráh e também doarem como tsedakáh, pois isto foi proibido naquele tempo.

 


A mensagem que tem esta festa para nós é muito edificante.... Chanukáh é a festa das luzes, e Yeshua é a luz do mundo e nós também somos a luz do mundo como ele é.

O azeite é o elemento principal em Chanukáh, da mesma forma o Rúach hakódesh – o Espírito de D'us deve ser mantido constante em nossas vidas iluminando em meio as trevas.




Shalom para todos e Chag Chanukáh Sameach....

Shalom e feliz Chanukáh (festa da Dedicação).

Shalom..



.................................................................. רב. יוסף ברוך
........................................................................ Ráv.Yossef Baruch
  








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Um comentário:

  1. Que o nosso D'us nos livre das abominações deste mundo.
    Daquilo que aparenta ser e não é.

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