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As parashiót da semana

Cada Shabat o Eterno nos traz conhecimentos profundos de sua vontade refletido na vida de nossos patriarcas, do povo de Israel nos trazendo a revelação do Mashiach.

Nossas festas e Dias solenes

Sempre reunidos para celebrar as mitsvót, os mandamentos da Toráh que o Eterno nosso D'us nos ordenou como sombras dos bens futuros. Grandes revelações nos são manifestadas que nos apontam a Yeshua nosso Rei.

O Judaísmo messiânico e o Acharít hayamim

É de suma importância observar os tempos e como devemos nos portar nesses últimos dias. Como testemunhas de Yeshua nesses tempos que nos mostram que o Templo já está as portas e o cenário mundial se prepara para o fim.

Quem matou Yeshua?

Tradução do Artigo: "Who killed Jesus?", de Rabi Joseph Shulam Shlit"a





O filme do Mel Gibson, "Paixão de Cristo", mais uma vez levantou a questão, "Quem matou Yeshua?" Esse tópico sempre arvorou preocupações na comunidade judaica. Historicamente, toda vez em que cristãos perguntam, "Quem matou Jesus?", há uma onda de ódio e perseguição contra a comunidade judaica. Os judeus tornam-se temerosos, com boa razão, quando cristãos discutem sobre quem matou Yeshua. Porém, quero trazer esse assunto por uma perspectiva diferente: Aquele que planejou e executou a morte de Yeshua é nenhum outro a não ser D'us, o Pai. Ele Quem premeditou, previu, preparou, cronometrou, e aprovou a morte do Messias, milhares de anos antes de tal evento histórico. Veja a seguinte passagem que elucida isso:


"... no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo." (Apocalipse 13:8)


Note nesse verso que o Cordeiro já tinha sido morto desde a fundação do mundo. Isso significa que D'us preparou e premeditou a morte do Cordeiro de D'us que tira o pecado do mundo antes mesmo do mundo ser criado. Não havia existência de judeu algum nesse tempo que poderia ter alguma mão nesse plano.


"Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de D'us, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; e o Eterno fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós." (Isaías 53:4-6)


Note o último verso desse texto: "e o Eterno fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos". A ênfase deve estar em duas palavras: "Eterno" e "todos nós". A morte de Yeshua foi premeditada e preparada para ser executada "em cumprimento do tempo" por D'us, Ele mesmo. Nós, o povo judeu, desempenhamos um papel neste drama - por causa dos gentios, o intento das nações, esses que antes de Yeshua, adoravam ídolos. Veja o seguinte verso:


"Digo, pois: Porventura tropeçaram, para que caíssem? De modo nenhum, mas pela sua queda veio a salvação aos gentios, para os incitar à emulação. E se a sua queda é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude! Porque convosco falo, gentios, que, enquanto for apóstolo dos gentios, exalto o meu ministério; (...) Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos?" (Romanos 11:11-13,15)


Não está claro que os gentios receberam um benefício incalculável e inesgotável pelo fato de que alguns dos judeus (a liderança religiosa e política) rejeitaram Yeshua como o Messias? Então por que ao longo desses dois mil anos as igrejas perseguiram os judeus e culparam-nos pela morte de Yeshua? Os gentios deveriam ser os primeiros a se alegrar e dizer: "Graças a D'us que, pela rejeição de Yeshua por muitos dos povos judeus, recebemos a salvação!"


Sim, como um judeu que deu sua vida a D'us ao serviço do Messias, posso afirmar com certeza que as fontes judaicas são claras que o Sinédrio julgou Yeshua para que fosse morto. A má liderança que era principalmente judeus helenizados (os saduceus no Sanhedrin) entregou Yeshua aos romanos. Mas foram mãos romanas que seguraram o martelo que pregava os cravos nas mãos de Yeshua. Foram as mãos romanas que escreveram as palavras que sinalizavam o que pendia sobre a cabeça deste judeu galileu, "Yeshua de Nazaré, Rei dos judeus".


Hoje, enquanto a discussão entre judeus e cristãos é sobre se o filme do Mel Gibson, "A paixão de Cristo", tem valor ou causará danos, posso sugerir que a reação de judeus e cristãos deve ser um humilde arrependimento pelo pecado que fez D'us sacrificar Yeshua, um Homem que morre pelos pecados de muitos.
Em vez de apontar uns para os outros, a lembrança da morte de Yeshua e a ressurreição de Yeshua no terceiro dia devem causar a todos nós a responsabilidade pessoal por nossos próprios pecados que continuam infligindo dor e sofrimento no mundo e até mesmo naquele que morreu por nossas transgressões e sobre seus ombros carregou nossos pecados, Yeshua de Nazaré.

Eu oro para que o filme do Mel Gibson seja um testemunho tão poderoso e tão fiel às Escrituras que pessoas de todas as partes do mundo sejam tocadas por ele e queiram recorrer a D'us a aceitar a obra da Salvação, concretizada por Yeshua na Cruz Romana. Eu anseio e oro para que D'us use esse filme para tocar os corações dos homens em todos os lugares e que, em vez de provocar o ódio e o sentimento antissemita em todo o mundo, que este filme promova " paz na terra aos homens aos quais Ele concede o seu favor", e especialmente a compaixão e a benção para os irmãos e irmãs de Yeshua na carne, o povo judeu.


Tradução adaptada do artigo "Who killed Jesus" do Rabino Joseph Shulam.

.......................................... Shemuel ben Avraham (Marcos)




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Estudo sobre Mussar: "É melhor dar do que receber."



ובכל הראיתי אתכם כי כן עלינו לעמל ולתמך את החלשים 
ולזכר את דברי ישוע כי הוא אמר טוב לתת מלקחת

"Em tudo vos dei o exemplo de que assim trabalhando, é necessário socorrer os enfermos, recordando as palavras de Yeshua, porquanto ele mesmo disse: 'É melhor dar do que receber'". (Atos 20:35)

Essa foi a última palavra que Paulo dissertou para os anciãos da comunidade de Éfeso, antes de sua viagem a Jerusalém.

Baseados na palavra de Yeshua, mencionada por Paulo, teceremos mais profundamente o significado e o poder espiritual que há em "é melhor dar do que receber".

O Criador dotou os seres humanos de duas forças antagônicas: a vontade de dar e a vontade de receber. A vontade de dar é a força mais elevada que o homem possui, e é única, pois trata-se de um dos atributos do próprio Criador do Universo. D'us é a essência da Dádiva; Sua Compaixão e Bondade abrangem o mundo e tudo o que nele existe. Sua Dádiva é infinitamente Pura. Ele não exige nada em troca: "... se fizerdes justiça, o que Lhe darás?" (Jó 35:7).
Isto  significa que quando O servimos, não estamos provendo algo que porventura esteja Lhe faltando. Servir a D'us é um mérito que Ele nos concedeu - para o nosso próprio bem. É o modo de agradecer o bem que Ele nos dá.
O dom que o homem recebeu de D'us para dar é, na verdade, o que o torna um ser misericordioso, capaz de transmitir alegria, ansioso por dar de si mesmo. "Façamos o homem à nossa imagem, à nossa semelhança" (Gênesis 1:26)

POR OUTRO LADO, temos a vontade de receber, fonte da tendência humana de atrair para si tudo o que estiver a seu alcance. A esta característica chamamos egoísmo. É a raiz de todo o mal do mundo.
Existem pessoas que tomam sem dar em troca. Se o fazem às vistas de todos, estão roubando; se o fazem às escondidas, estão furtando. Não raro coagem os outros a lhes darem de vontade própria aquilo que têm. Neste caso, são trapaceiros.
Há aqueles que levam o mal a todo o mundo - como os que incitam guerras e aniquilam populações. Outro ferem a indivíduos. E mesmo sendo punidos pela justiça dos homens e/ou pela justiça de D'us, a raíz do mal, isto é, a vontade de receber, não se anulou com isso. Continua firme, como sempre esteve. Por isso não podemos confiar totalmente no homem alheio e em sua civilidade, pois seu, comportamento pode estar mascarado pela vontade de enganar e de roubar. Nossos sábios há muito revelaram a falsidade humana, quando disseram: "Ore pelo bem estar do governo, pois sem o seu temor, os homens devorar-se-iam vivos" (Pirkê Avôt 3:2).

ALGUMAS OUTRAS PESSOAS tomam coisas para si sem com isso causar danos aos outros. Simplesmente tomam sem dar nada em troca. Por exemplo, os que gostam de receber presentes ou heranças, ou os que gostam de viver às custas da comunidade ou que buscam mordomias ou lucros com a inflação.
Estas duas forças, dar e receber, constituem raiz de todos os atos humanos. Essas foram as bases com as quais o Criador definiu as características das ações desse mundo (vide Chovôt Halevavôt cáp. 4). Por isso, torna-se importante analisarmos mais a fundo os seus aspectos.

Receber:


EXISTEM DUAS FORMAS de receber. A primeira é a característica das pessoas que tomam o máximo que podem e dão o mínimo, como no caso dos comerciantes e intermediários, que aproveitam qualquer oportunidade para lucrar, sem terem ponderado se o empenho e o trabalho que investiram em determinado negócio foi proporcional ao lucro obtido. Existem os espertalhões, que lucram com o fracasso ou com a ignorância alheia e não diferem em essência dos trapaceiros comuns. Entre eles, encontramos os que amealham fortunas às custas de empréstimos a juros, os que lucram às custas do trabalho alheio ou exploram seus empregados, pagando-lhes salários desprezíveis em relação ao esforço que despendem - todos estes e seus pares são pessoas que recebem muito e dão pouco.
Mais do que isso: o pouco que dão não é dádiva verdadeira. Não tem como raiz fazer o bem e não provém da vontade de dar, mas de seu oposto - a vontade de receber. Todos os atos e pensamentos desses homens estão centrados na vontade de receber. Quando dão, esperam receber sete vezes mais. O varejista, por exemplo, quando dá, espera vender mais. Se oferecer ao cliente o que tem de melhor no estoque, visa com isto vender-lhe mais. Como se isso não fosse suficiente, quando todos querem receber, cria-se um forte senso de competição e cada um tenta lucrar o máximo em todas as situações. A lógica humana não vê nada de mal nisso. Contudo, não estaria esta concorrência causando dores e sofrimentos desnecessários, e até mesmo enfermidades e mortes (como muito bem sabemos)?

O ESTILO DE VIDA dos justos é totalmente oposto ao descrito acima. Eles dão o máximo que podem e recebem o mínimo que necessitam. E aquilo que recebem é apenas um meio para seguirem dando e praticando a caridade, atitude que constitui a essência de suas vidas. Portanto, sua bondade vem de uma fonte santa: a vontade de dar. A vontade de receber, enraizada no mal, lhes é estranha. "Quanto aos santos e puros da terra, são as figuras ilustres com quem me deleito" (Salmos 16:3). São pessoas continuamente atentas às virtudes do Criador, em tudo o que fazem. Como lemos na Mishná Avot 5,14:

אַרְבַּע מִדּוֹת בָּאָדָם. הָאוֹמֵר שֶׁלִּי שֶׁלִּי וְשֶׁלְּךָ שֶׁלָּךְ, זוֹ מִדָּה בֵינוֹנִית. וְיֵשׁ אוֹמְרִים, זוֹ מִדַּת סְדוֹם. שֶׁלִּי שֶׁלְּךָ וְשֶׁלְּךָ שֶׁלִּי, עַם הָאָרֶץ. שֶׁלִּי שֶׁלְּךָ וְשֶׁלְּךָ שֶׁלָּךְ, חָסִיד. שֶׁלִּי שֶׁלִּי וְשֶׁלְּךָ שֶׁלִּי, רָשָׁע

"Há quatro espécies de seres humanos. O que diz, 'o que é meu é meu, e o que é teu é teu', este é medíocre; há quem diga que este foi o uso dos habitantes de Sodoma. Outros dizem, 'o que é meu é teu, e o que é teu é meu', estes são os ignorantes. Os que dizem, 'o que é meu é teu, e o que é teu é teu', são os justos. Os que dizem, 'o que é teu é meu, e o que é meu é meu', são os ímpios."

Os sábios estão nos ensinando que o justo possui a essência do que mencionamos acima, "o que é meu é teu" declara o atributo de dar como o Criador faz com as criaturas; "o que é teu é teu" declara o repúdio em receber, pois vê-se sempre satisfeito com o que tem.
Continua nossa Mishná a esclarecer:

אַרְבַּע מִדּוֹת בְּנוֹתְנֵי צְדָקָה. הָרוֹצֶה שֶׁיִּתֵּן וְלֹא יִתְּנוּ אֲחֵרִים, עֵינוֹ רָעָה בְּשֶׁל אֲחֵרִים. יִתְּנוּ אֲחֵרִים וְהוּא לֹא יִתֵּן, עֵינוֹ רָעָה בְשֶׁלּוֹ. יִתֵּן וְיִתְּנוּ אֲחֵרִים, חָסִיד. לֹא יִתֵּן וְלֹא יִתְּנוּ אֲחֵרִים, רָשָׁע

"Há quatro tipos de pessoas no que diz respeito ao exercício da Tsedacá (caridade). Há os que dão e que não querem que os outros deem; são os invejosos. Há os que fazem com que as outras pessoas deem, mas não querem dar; são as pessoas avarentas. Há os que dão e promovem que os outros também deem; são os homens piedosos. Finalmente, há ainda os que não dão e não querem que os outros deem; são os ímpios." (Mishná Avot 5:17)

Outro ponto é mencionado por nossos sábios: o justo não somente faz com que suas ações sejam semelhantes às ações do Criador, mas deseja que as outras pessoas façam o mesmo. Isto é, tal desejo é tão sublime e excelso que ultrapassa os próprios limites individuais, fazendo com que o anseio do homem justo transcenda sobre outras pessoas ao seu redor.

Dar:

Não existe no mundo quem não tenha dentro de si ao menos uma centelha da virtude de dar. Percebemos isso quando vemos gente que, incorrigíveis "receptores", proporcionam tudo do bom e do melhor aos seus amigos e parentes por ocasião de uma solenidade familiar. Ninguém se alegra com sua data de aniversário, casamento e outras comemorações se não compartilha com outros. O homem traz em seu âmago um ímpeto inato pela vida em comunidade, seja do tipo que for (por este motivo, a prisão, na verdade, um alijamento da sociedade, é considerado tão séria punição). Qual a origem desta tendência? É a centelha da virtude de dar.
Todos ansiamos por ter filhos. Identificamos neste desejo dois tipos de motivação. Por um lado, queremos uma prole que dê continuidade às nossas vidas, que nos proporcione a sensação de que a morte não porá fim aos nossos esforços que fizemos. Existe, porém, um motivo mais forte: queremos ter a quem brindar com nosso amor e nosso carinho - todo o tempo. Por este motivo, casais sem filhos tantas vezes adotam crianças e as criam como se fossem seus próprios filhos. Isto mostra a tendência a dar que faz parte da alma humana.

SURGE AQUI UMA QUESTÃO interessante. Parece que o amor e a vontade de dar são duas faces da mesma moeda. Será a vontade de dar resultado do amor? Ou será que o amor nasce ao darmos algo a alguém? Podemos, quase sempre, ver o amor como a fonte do anseio de dar. Prova é o fato das pessoas presentearem abundantemente as pessoas que amam. Mas a moeda tem outra face. O ato de dar pode gerar amor de nossa parte em relação a quem ou ao quê damos algo de nós mesmos. Sentimos amor pelo que fazemos ou pelo que ajudamos a criar, pois vemos ali uma parte da nossa essência - seja uma planta que ajudamos a crescer, algo que confeccionamos ou uma casa que construímos. O homem sente-se conectado com aquilo que cria porque se vê espelhado no objeto de sua criação.
Quando essas duas faces coexistem, isto é, inicia-se dando por amor, e ao dar-se regenera-se o amor inicial, isso torna-se um sentimento extremamente profundo. Daí entendemos um pouco melhor a intenção de Yeshua ao dizer:

"Porque D'us amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)

Isto é, deu o Seu Filho por amor, e ao dar Seu Filho, proveu vida eterna ao ser humano; e ao conceder a vida eterna, Ele regenera o amor inicial, e mantém-se o ciclo. Por isso, anos mais tarde, o mesmo Evangelista João, declarará:

"Aquele que não ama não conhece a D'us, porque D'us é Amor." (1João 4:8)

O Amor Divino é a infinita fonte de benevolência e beneficência a todo ser humano. É o mais alto grau do atributo de Ahavá (Amor). Aqui, Yochanan faz um trocadilho hebraico incomparável: ele diz "aquele que não ama", isto é, não possui Achavá (fraternidade), não há como ter Ahavá (Amor).
De forma mais profunda, o Espírito de D'us prescruta as profundezas de D'us (1Coríntios 2:10), portanto ao revelar-se através das ações do ser humano demonstra seu primeiro fruto: o amor, como está dito:

"Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz ..." (Gálatas 5:22)

Isto é, o homem transformado através do Sangue de Yeshua demonstra primeiramente o atributo de Ahavá (Amor).

Paralelamente, o Amor deve ser a finalidade de toda ascensão espiritual do crente, como está dito:

"E por isso mesmo vós, empregando toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, à virtude a ciência, (...) , e à fraternidade o Amor." (2 Pedro 1:5-7)

Tudo isso nos demonstra que assim como D'us iniciou sua Criação com a expressão de Seu Amor, e terminará ainda expressando Seu Amor; assim também, o crente começa sua carreira de fé expressando o Amor de D'us, termina sendo ele mesmo a expressão do Amor de D'us. Realizando as mesmas obras que seu Criador, como explicamos no começo.

Conclusão:

Agora sim, podemos compreender mais profundamente o que Yeshua está nos ensinando em Atos 20:35. A vontade de dar sempre deve preceder e sobrepujar a vontade de receber, pois disso depende a subsistência do mundo. Essa é a essência do Amor puro e legítimo, do qual o Criador a todo momento se utiliza para manter Sua Criação.

"Seja sobre nós a graça do Eterno, nosso D'us; estabelece Tu sobre nós as obras das nossas mãos, sim, as obras das nossas mãos estabelece-as."

................................................... Shemuel ben Avraham (Marcos)
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O Código Bíblico

צופן תנכי
O Código Bíblico




Esse código é uma revelação de Deus, segundo Rogério da Costa: "No livro de Daniel, Deus o deu duas revelações, uma diretamente acessível — a saber, o próprio conteúdo bíblico —, e uma outra revelação selada, sendo esta última chamada de Código da Bíblia".

Esta revelação selada permaneceu oculta por cerca de 3200 anos, e desde o ano de 1997 as comunidades científica e judaica estão alarmadas com a descoberta de informações que vieram à tona com a descoberta do computador.

A divulgação mundial da descoberta de um código na bíblia judaica (antigo testamento), veio através de um livro intitulado de "O Código da Bíblia", escrito por um jornalista americano chamado Michael Drosnin, que foi o divulgador do assunto. Todavia Drosnin é apenas o canal da informação, pois o verdadeiro descobridor é um cientista judeu, chamado Dr. Eliyáhu Rips, que reside há mais de vinte anos no estado de Israel e que atualmente é professor na Universidade Hebraica da capital Jerusalém.







A prova da autenticidade desta descoberta se dá na precisão de mais de mil fatos que aconteceram, com detalhes e datas, tudo codificado nos cinco livros que Deus deu a  Moisés, a Toráh, tais como:

*O assassinato de dois membros da família Kennedy...
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*O atentado à bomba de Oklahoma... 
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*A eleição de Bill Clinton... 
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*Tudo desde a II Guerra Mundial até o caso Watergate... 
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*Do Holocausto Nazista até a bomba de Hiroshima...
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*Da chegada do homem à Lua até a queda de um cometa em Júpiter...
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*A descoberta da data da Guerra do Golfo vinte e um dias antes de ela acontecer...  
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*A data do assassinato de Ytzhak Rabin mais de um ano antes do crime ter ocorrido em Tel-Aviv...

O interessante é que o código aparece no inverso do texto bíblico, além da surpreendente descoberta de que em cada profecia messiânica do Tanách-antigo testamento, apesar de o povo judeu não aceitar a Yeshua como o Messias, aparece no código a seguinte frase: 

"O meu nome é Yeshua, Eu sou o Messias"

Contudo, o código apresenta três fatos que na seqüência das informações ainda não aconteceram:

1º. O código apresenta a I e a II Guerras Mundiais com todos os detalhes, as datas e os nomes dos envolvidos. Na seqüência, em torno do sobrenome do ex-premier de Israel e agora atual primeiro ministro, Benjamim Netanyahu, e da palavra Jerusalém, o código apresenta as seguintes frases:

- Dia da III Guerra Mundial...
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- Todo o seu povo irá para a guerra...
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- Holocausto atômico em Jerusalém...
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- 9 de Av - 5760/5766 (calendário judaico), que traduzido para o nosso calendário gregoriano será em torno de 25 de julho de 2000/2006.

Porém, o calendário judaico não tem vogais para se saber a relação entre 2000 e 2006.

2º. O código apresenta vários terremotos, desde os que aconteceram há muito tempo até os mais recentes. Ex.: 

*O maior terremoto do mundo, que aconteceu na China em 1976, na cidade de Tang Chan, onde mais de 800.000 chineses morreram. E continuando, o código apresenta mais três grandes terremotos que virão: dois deles entre os anos de 2000 e 2006, sendo um na China e outro no Japão, e um outro em Los Angeles (EUA) com informações que, segundo o código, indicam o seu total desaparecimento do mapa em 2010.

3º. O código apresenta o choque de um cometa com o planeta Júpiter, que aconteceu em 1994. Em sua seqüência aparece a queda de três cometas gigantescos no planeta Terra; a primeira em 2006, a segunda em 2010 e a terceira em 2012, sendo que esta última se esfacelará antes do choque. A predição de dois cometas caindo na Terra pode ser comparada ao que encontra-se no livro Hitgalút - Apocalipse (Ap. 8:8-10).




O CÓDIGO DA BÍBLIA


Resumo do livro de M. Drosnin

No final do século XVIII, um sábio judeu, conhecido como Gaón de Vilna, referindo-se à Torah, os cinco primeiros livros da Bíblia, afirmou:

"A regra é que tudo o que foi, tudo o que é e tudo o que será, até o fim dos tempos, está incluído na Torah da primeira à última palavra. E não só num sentido geral, mas nos detalhes de cada espécie e de cada um individualmente, com detalhe dos detalhes de tudo o que lhe aconteceu desde o dia de seu nascimento até sua morte"               (O Código da Bíblia, p.18, de M. Drosnin).


Transcorria a Segunda Grande Guerra Mundial, quando um rabino da Tchecoslováquia chamado H.M. Weissmandel, movido pelo desejo de encontrar um possível código na Bíblia, começou a contar as letras hebraicas da Torah. Já no primeiro capítulo de Bereshit-Gênesis, notou que, saltando 50 letras e depois outras 50, e assim por diante, soletrava-se a palavra TORAH. Admirado, viu que o mesmo resultado podia ser encontrado nos demais livros que compõem a Torah. Este surpreendente resultado, que não pareceu-lhe casual, levou-o a escrever um pequeno livro, falando de sua descoberta.









Cinqüenta anos depois, o Dr. Eliahu Rips, um matemático de fama mundial, que é catedrático na Universidade de Jerusalém, ouviu através de um rabino, sobre esse curioso livro, cuja única cópia podia ser encontrada na Biblioteca Nacional de Israel. Curioso, Rips foi em busca de tal livro, e pode comprovar o curioso fato em sua própria Bíblia.

Rips, lembrou-se de outros cientistas que, muito antes dele, haviam investido tempo à procura de um possível código na Bíblia. Isaac Newton fora um deles. Newton, que havia imaginado a mecânica do sistema solar, havia descoberto a força da gravidade, aprendeu o hebraico, e passou metade de sua vida tentando descobrir esse código, o qual acreditava existir.

O Dr. Eliahu Rips, tinha uma grande vantagem sobre Newton: ele possuía uma ferramenta poderosa: o computador. Quando recorri ao computador, afirmou Rips, achei a brecha. Encontrei palavras codificadas, numa quantidade muito maior do que o permitido pelo acaso randômico da estatística, e então soube que estava chegando a algo de real importância"   (O Código da Bíblia, p. 21).

Juntou-se ao Dr. Eliahu Rips em sua pesquisa, dois outros eruditos judeus, Doron Witztum, e Yoav Rosemberg.






 Desenvolveram um sofisticado modelo matemático que, quando implementado por um computador, confirma que o Tanách-Antigo Testamento, não só a Torah, contem mensagens codificadas. Prepararam inicialmente uma tese denominada


 "Seqüências Alfabéticas Eqüidistantes no Livro de Gênesis".  
  
Introduziram a tese com um resumo de seu significado:

"A análise randômica indica que informações ocultas estão estremeadas no texto do Gênesis, sob a forma de seqüências alfabéticas eqüidistantes. O efeito é significativo em 99,998%. Observou-se, que quando o Livro de Bereshit- Gênesis é escrito como séries bidimensionais, seqüências alfabéticas eqüidistantes formando palavras com sentidos correlatos aparecem freqüentemente em estreita proximidade. Foram desenvolvidas ferramentas quantitativas para mensurar este fenômeno. A análise de randomização mostra que o efeito é significante ao nível de 0.00002"
                                                                                               ( O Código da Bíblia, p.22 e apêndice 1).

Na experiência inicial - o que seria posteriormente empregado em toda a Torah e outros livros da Bíblia - todas as letras hebraicas que compõe o livro de Gênesis, foram unidas formando um único fluxo, sem nenhum espaço, como originalmente foi escrito. Organizaram todo o texto num quadrado perfeito, havendo tanto nas linhas horizontais como nas verticais, a mesma quantidade de letras, exceto na última linha. Foi nesse quadrado perfeito, que o código começou a ser revelado, primeiramente no livro do Gênesis, depois em toda a Torah, em palavras cruzadas que na tela do computador se apresentam em diferentes cores.

Ao observarem que algumas palavras iniciavam-se em uma extremidade do texto, dando continuidade na outra, resolveram unir essas extremidades formando um cilindro, no qual a primeira linha se une à segunda, a segunda à terceira, e assim continuamente, até alcançar a linha final.Com esse modelo, qualquer palavra que surgisse, poderia ser lida numa única seqüência.
Para confirmarem a não casualidade das revelações que poderiam encontrar codificadas na Bíblia, os pesquisadores submeteram ao teste outras obras, entre elas a versão hebraica de Guerra e Paz, de Tolstoi, que tem a mesma dimensão da Torah. Em todas as experiências realizadas nessas obras, o resultado foi nulo, sem a presença de nenhum código.

A experiência inicial, foi buscar nomes de personagens importantes da história do judaísmo, desde os dias bíblicos até nossos dias. Fizeram uma relação com 32 nomes. Ficaram impressionados com o resultado, pois além do nome de cada um deles, podia-se ver as datas em que nasceram e morreram. Matematicamente falando, as probabilidades de encontrar randomicamente essas informações codificadas, eram de 1 em 10 milhões.
Tomaram então os 32 nomes e as 64 datas, e as misturaram em 10 milhões de combinações diferentes, de modo que 9.999.999 seriam incompatíveis e só um emparelhamento seria correto. Eles então rodaram esse programa no computador, para ver quais dos 10 milhões de exemplos alcançariam melhor resultado, e só os nomes e as datas corretas se uniram na Bíblia.

Harold Gans, um decodificador da Agencia de Segurança Nacional, dos Estados Unidos, ouviu com incredulidade sobre a descoberta dos israelenses, e procurou-os com o intento de desmascarar esse código da Bíblia, que para ele não passava de uma farsa ridícula. Gans preparou seu próprio programa de computador, e ao submeter o livro de Gênesis ao teste, surpreendeu-se ao ver os nomes dos 32 personagens, acompanhados pelas datas de nascimento e morte. Dominado pelo fato curioso, indagou sobre a possibilidade de encontrar junto aos nomes desses personagens, os nomes das cidades em que viveram. 
O resultado foi fantástico: ali estavam as cidades nomeadas ao lado de cada sábio. Desta maneira, o primeiro a tentar desmascarar o código da Bíblia, acabou comprovando-o.



Rips e seus amigos, submeteram seu ensaio aos mais rigorosos testes que foram aplicados pelos maiores matemáticos do mundo, muitos deles ateus, e todos eles se dobraram diante do fato incomum. Diante de seus olhos, na tela do computador, estava uma prova de a Bíblia foi elaborada por uma inteligência infinitamente superior que a dos homens. Descobriram ser tão complexo o código da Bíblia, que todos os computadores do mundo trabalhando juntos, seriam incapazes de elaborarem algo semelhante.

Rips é religioso, e não teve dúvidas de que ao descobrirem tal código, estavam sendo conduzidos por Deus para alguma revelação especial. O seu próximo passo, depois da experiência com o livro do Bereshit-Gênesis, foi uma busca em toda a Torah. O que poderiam revelar aquelas 304.805 letras, organizadas em seqüência ininterrupta? Teria o código algo a dizer sobre os grandes acontecimentos da história?

Movido por um sentimento de curiosidade e temor, Rips e seus amigos começaram suas buscas, e ficaram surpresos com os resultados precisos e detalhados. Procuraram primeiramente por Holocausto , e o computador, rastreando velozmente todo o texto, letra por letra, começando da primeira até à última, buscando a palavra chave e as demais correlatas, em saltos aritméticos que iam crescendo de números simples até alcançar milhares de letras; Com espanto, viram surgir finalmente, concentradas na tela do computador, uma revelação surpreendente pelos seus detalhes. Ali estavam, diferenciadas pelas cores, as palavras: Hitler, Homem Mau, Nazista Inimigo, Massacre.

Outro rastreamento do texto, revelou formações mais detalhadas sobre o Holocausto. A expressão Nazista, surgiu codificada com as palavras Na Alemanha; As palavras Fornos e Extermínio, apareceram vinculadas ao nome Eichmann - aquele que comandou o grande massacre.

Avançando em suas buscas, descobriram que todos os lideres da Segunda Guerra Mundial, apareciam juntos naquele código: Roosevelt, Churchil, Stalin e Hitler.

Rips e seus amigos, ficaram fascinados ao verem que o código da Bíblia não se calava sobre nenhum dos grandes acontecimentos da história. Napoleão, por exemplo, está codificado junto com França, Waterloo e Elba
A grande Revolução comunista que mudou a face do século XX, está codificada junto à palavra Rússia, e o ano em que triunfou 5678 ( 1917).

Procuraram por Einstein, e viram surgir na tela do computador o seu nome, cruzado por outras palavras e frases: Ciência, Um Novo e Excelente Entendimento, Ele Revolucionou a Realidade Presente, Uma Pessoa Inteligente.

Edison encontra-se codificado com Eletricidade e Lâmpada Elétrica
Grandes artistas e escritores, inventores e cientistas de todos os tempos encontram-se codificados. Beethovem e Bach estão ambos codificados com Compositores Alemães.

Todos os assassinatos que mudaram o curso da história humana, encontram-se codificados: Abraham Lincoln, Mahatma Gandhi, Anuar Sadat, a maioria deles com detalhes que revelam a data e o nome do assassino. 
Na única vez em que aparece Presidente Kennedy, a palavra seguinte na mesma seqüência do código é morrer. O nome da cidade Dallas, em que seria alvejado encontra-se codificado, junto ao nome do assassino Oswald. O nome do presidente egípcio Anuar Sadat aparece junto com o nome do assassino Chaled baleará Sadat, acompanhado pela data do crime 8  de Tishri, e a ocasião do atentado, um desfile militar.

Depois de descobrir uma infinidade de nomes de pessoas, acontecimentos e datas que marcaram a história da humanidade, o Dr. Eliahu Rips e seus amigos começaram a indagar se aquele código da Bíblia, poderia indicar-lhes acontecimentos futuros. Por essa ocasião, final de dezembro de 1990, nações do Ocidente, lideradas pelos Estados Unidos da América, formavam um grande cerco contra o Iraque, devido sua invasão recente ao Kuwait. 
Rips procurou pelo nome de Sadan, e ficou espantado com o que surgiu na tela de seu computador. Ali estavam, destacadas em cinco cores diferentes, num padrão de palavras cruzadas, o nome de Sadan Hussein, acompanhado por surpreendentes revelações: Inimigo, Ele escolheu um dia, Guerra, Missil, Fogo no Terceiro Dia de Shevat ( 18 de janeiro de 1991).

Diante desta revelação, Rips ficou preocupado, mas ao mesmo tempo eufórico. Pela primeira vez o código revelava um acontecimento vinculado à uma data ainda futura. Foram três semanas de muita expectativa. 
Ao chegar o dia marcado no código, Rips, como toda a população de Israel achavam-se de sobreaviso para um possível ataque do Iraque. Confirmou-se naquele dia aquela previsão que fora codificada na Bíblia há mais de 3.000 anos, quando caiu sobre Tel Aviv o primeiro de uma série de mísseis scuds lançados sobre Israel. 
Rips, tomado por um sentimento de reverência, concluiu que Deus, descerrara-lhes o código da Bíblia, com o propósito de provar aos incrédulos a importância das Sagradas Escrituras, e ao mesmo tempo, alertar para grandes acontecimentos que se aproximavam.

O código da Bíblia, cujas revelações já haviam sido confirmadas por vários pesquisadores eruditos de Israel e do mundo, despertou finalmente o interesse de pessoas dentro do governo de Israel. Assim como os reis de Israel no passado, procuravam nas pedras da estola sacerdotal, Urim e Tumim, respostas para os seus temores, os agentes secretos do Mossad, haveriam de recorrer ao código da Bíblia ( Ver I Samuel 28: 6).

Rips, dada a importância de sua descoberta, conscientizou-se de que a mesma teria de ser amplamente publicada, para que todo o mundo pudesse conhecer suas revelações, mas não sabia como isso haveria de acontecer. 
Visitou-o naqueles dias, Michael Drosnin, jornalista e repórter da Washington Post; Depois de ouvir de um amigo sobre a surpreendente descoberta de Rips em relação à guerra do Golf,. 
Drosnim, que era ateu, fora até ele, mais movido pelo desejo de ridicularizá-lo do que verificar o fato. 
A primeira coisa que o jornalista fez, foi tomar uma Bíblia que estava sobre a mesa, desafiando Rips a mostra-lhe tal profecia sobre o Iraque. Sorrindo, Rips disse-lhe que o código da Bíblia, somente podia ser lido através do computador. 


Cheio de incredulidade, Drosnin viu Rips digitar o nome de Sadan no espaço para busca. Surgiu em instantes o impressionante resultado. Rips fez o mesmo teste em Guerra e Paz, e nada apareceu. Drosnin estava pasmado. Aquilo era uma prova de que uma inteligência muito superior à nossa, foi capaz de codificar dentro de um texto tão amplo como a Torah, acontecimentos futuros.

Drosnin, que jamais se interessara pela Bíblia, decidiu investigar em seu computador o código. Rips forneceu-lhe para tanto todos os disquetes com o programa de procura e os textos da Torah e Guerra e Paz. Retornando aos Estados Unidos, Drosnin não pensava em outra coisa, passando longas horas em sua pesquisa. Depois de rever tudo o que já havia sido encontrado, ele começou a fazer suas próprias buscas.
Em Maio, de 1994, Drosnin ficou surpreso com o que encontrou. Ele havia lido sobre o cometa Shoemaker - Levi, que segundo a previsão dos astrônomos haveria de chocar-se com Júpiter no dia 16 de julho daquele ano, dois meses depois. 
Ao procurar por Júpiter , encontrou-o numa seqüência horizontal, e cruzando-o em linha perpendicular, numa representação gráfica da queda do cometa, estava o seu nome completo, acompanhado pela mesma data que fora anunciada pelos astrônomos, o que veio a se cumprir com precisão.

Falando sobre o efeito desta descoberta em sua vida, Drosnin afirmou:

"Esta descoberta foi tão dramática que me fez voltar a acreditar em tudo. Durante aqueles dois anos de investigação, eu estava sempre me perguntando: - Será que isso é mesmo verdade? Teria alguma inteligência não-humana realmente codificado a Bíblia?" Cada manhã eu acordava duvidando de tudo, apesar das provas esmagadoras "     ( O Código da Bíblia, p. 35).

Drosnin, compreendeu que a ausência de uma única letra na Torah, anularia todo o esquema. O próprio Yeshua, referindo-se à integridade da Lei, que é a Torah, jurou: "Em verdade vos digo que até que o céu e a terra passem, nem um yód ou um kets se omitirá da Lei, sem que tudo seja cumprido"       (Mateus 5: 18).

 Para que este propósito divino fosse cumprido, os massoretas, os judeus que ao longo dos séculos trabalharam incansavelmente copiando a Bíblia, exerceram um cuidado extremo. Ao fim de cada cópia, contavam todas as letras do texto; Se a soma delas não correspondesse ao original, o livro era lançado ao fogo.
Pouco tempo depois de encontrar no código da Bíblia a surpreendente revelação sobre o cometa Shoemaker - Levi, Drosnin ficou profundamente abalado, quando ao digitar o nome de Ytzhak Rabin, viu surgir na tela, atravessando o seu nome, na única vez em que aparece, em saltos de 4.772 letras, a sentença Assassino que assassinará. Junto à sentença, encontrava-se o ano judaico 5.756, que começaria em finais de 1995. Naquela mesma noite, 1 de Setembro de 1994, Drosnin voou para Israel com o propósito de alertar o primeiro ministro, tentando preveni-lo para que evitasse esse trágico fim.
Chegando a Israel, não conseguindo contato direto com Ytzhak Rabin, fez chegar até ele uma carta, através do poeta Chaim Guri que era amigo íntimo do primeiro ministro. A parte principal de sua carta dizia o seguinte:

"A razão pela qual estou lhe dizendo isso, é que, na única vez em que seu nome completo - Yitzhak Rabin - está codificado na Bíblia, as palavras " Assassino que assassinará" o cruzam. Este fato não deve ser ignorado, pois os assassinatos de Anuar Sadat e de John e Robert Kennedy também estão codificados na Bíblia - no caso de Sadat, com o nome e sobrenome de seu matador, bem como a data e local do crime e como ele se deu. Penso que você corre perigo real; mas esse perigo pode ser evitado"        ( Iden. 13).

Rabin não levou a sério a advertência. Um ano depois, em 4 de novembro de 1995, confirmou-se a trágica previsão, no início do ano indicado. Somente então, Drosnin e Rips, descobriram que próximo ao nome de Rabin, encontravam-se codificadas outras informações relacionadas ao crime, incluindo o nome da cidade Tel Aviv e o nome do assassino Amir.



                                                      Amir - o assassino de Itschák Rabin




Outra frase codificada no conjunto de palavras e frases ligadas ao assassinato de Rabin, era a seguinte: A partir do dia quinto de Adar todo o seu povo para a guerra. O dia 5 de Adar no calendário judaico, cairia no ano seguinte em 25 de fevereiro. O que poderia acontecer naquela data, capaz de desviar Israel de seus esforços para a paz, levando-o para uma posição de guerra?
Quando chegou o dia 25 de fevereiro de 1996, Israel foi atingido pelo pior ataque terrorista dos últimos três anos. Um jovem palestino, com uma bomba presa ao corpo, explodiu um ônibus em Jerusalém, matando 23 pessoas. Nos nove dias seguintes, duas outras bombas terroristas, elevaram o número de mortos para 61.

Antes destas bombas começarem a explodir no dia previsto, a nação de Israel, sensibilizada com o assassinato de Yitzhak Rabin por um próprio judeu, estava quase que em massa disposta a elegerem como novo primeiro ministro, Shimon Peres, um dos arquitetos da paz com os palestinos. Concorria com ele um oponente da paz chamado Netanyahu, cujas possibilidades de sair vitorioso nas eleições, eram mínimas, até que começaram a ocorrer os atentados. Sua pregação contra aquela paz com os palestinos começou então a ganhar força entre os israelenses, mas uma grande maioria ainda parecia apoiar a paz.

Uma semana antes da histórica eleição de 29 de maio de 1996 em Israel, Drosnin que era favorável à pacificação de Shimon Peres, procurou no código da Bíblia pelo seu nome e nada foi revelado com relação à uma possível vitória. Experimentou então Netanyahu, e viu surgir para sua surpresa: Primeiro-ministro Netanyahu, eleito, Bibi. Bibi é o seu apelido em Israel.

Quando se confirmou a vitória de Netanyahu, Drosnin, juntamente com o Dr. Eliahu Rips, fizeram uma minuciosa procura no código da Bíblia, e ficaram surpresos ao verem que o nome do novo primeiro ministro, encaixava-se justamente entre Yitzhak Rabin, seu assassino Amir, logo acima da frase Todo o seu povo para a guerra.

Associadas ao nome de Netanyahu, começaram a descobrir outras formações de frases e palavras: Sua vida será ceifada; Assassinado; Para grande horror; Holocausto atômico.

Rips e Drosnin ficaram apavorados ao verem o nome do novo primeiro ministro associado a todas essas declarações de catástrofe. Aquele código da Bíblia, que os atraíra pouco a pouco, conquistando confiança através de suas curiosas revelações, os encaminhava agora num crescendo, aturdindo-os com sua misteriosa voz. Qual seria a próxima revelação desse código?

Com profundo temor, depois de lerem na tela do computador, associadas ao nome de Netanyahu, as duas espantosas palavras: Holocausto Atômico, eles procuraram descobrir o que revelariam estas mesmas palavras em formações de saltos aritméticos diferentes. Na primeira experiência encontraram: Holocausto Atômico, No fim dos dias. Depois encontraram: Fim dos dias, Pragas, Salvem!. 
O código da Bíblia revelou-lhes finalmente a mais espantosa de todas as revelações. Drosnin descreve esta descoberta com as seguintes palavras: "Quando abrimos o código em busca da Terceira Guerra Mundial, descobrimos que o ano em que ela poderia começar estava predito num pergaminho de 22 linhas que é a essência da Bíblia. Tal pergaminho é chamado "Mezuzah".

Contém 170 palavras que, dentre todas as 304.805 letras dos cinco livros originais da Bíblia, Deus ordenou fossem mantidas num rolo de pergaminho em separado e colocado na entrada de cada residência. "Em 5760 " e "Em 5766", os anos 2000 e 2006, estão codificados naquelas 170 palavras. "Guerra Mundial" na única vez em que está codificada em toda a Bíblia, aparece no mesmo trecho, e cruza um dos versículos sagrados. "Holocausto Atômico" na única vez em que está codificado na Bíblia, também aparece junto com os dois mesmos anos nos mesmos versículos do pergaminho...E no local em que os anos 2000 e 2006 estão codificados, o texto oculto do pergaminho sagrado alerta-nos sobre a guerra: Bombardearão seu pais, terror, devastação, está sendo lançada"(O Código da Bíblia, 123,124).



O pergaminho sagrado conhecido como "Mezuzah", que em suas 170 palavras hebraicas contém codificadas tão sérias predições, consiste no texto de Deuteronômio 6: 4 - 9 que diz:

"Ouve, Israel: Adonay é o nosso Deus, Adonay é Um. Amarás a Adonay teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de toda a tua força. Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração. Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, andando pelo caminho, deitando-te e levantando-te. Também as atarás na tua mão por sinal, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais da casa, e nas portas".

Drosnin continua: "Não poderia ser por mero acaso que os anos mais claramente codificados junto com "Guerra Mundial" estivessem ambos , ocultos nas 170 palavras que foram preservadas num rolo de pergaminho em separado durante três mil anos, e ainda hoje são presos ao umbral da porta de quase todos os lares em Israel e de judeus do mundo todo. Se uma simples letra estiver faltando, um Mezuzah não pode ser utilizado. 

"Alguém" queria ter absoluta certeza de que, não importa o que pudesse acontecer ao restante da Bíblia, essas 170 palavras, esse rolo de pergaminho seria preservado, tal como originalmente escrito, com seu código intacto"      (O Código da Bíblia, 124)


Para enfatizar a seriedade das advertências reveladas no texto da Mezuzah, Drosnin conclui:

"E aquele antigo código, que agora predizia que a Terceira Guerra Mundial poderia começar dentro de uma década, também predissera que a Segunda Guerra Mundial começaria " em 5700 " - no nosso calendário moderno, 1939 / 1940...  Armagedon nos anos 2000 - 2006 era o alerta codificado nos mesmos versículos sagrados da Bíblia, o código cuidadosamente preservado no Mezuzah" ( O Código da Bíblia,124).

Drosnin, sempre indagou o porque ele, um ateu, fora envolvido nessa questão tão séria. Poucos dias após a morte de Rabin, ele fizera esta pergunta para o Dr. Eliahu Rips, que respondeu-lhe: - É justamente por isso que você está envolvido nisso. Você pode contar ao mundo moderno sobre o código da Bíblia.

Sentindo ser esta a sua missão, Michael Drosnin, que já trabalhou no Washington Post e no Wall Street Journal; autor de Citizen Hughs, livro que esteve na lista de best-sellers do New York Times, escreveu o seu novo livro, O Código da Bíblia, onde revela a impressionante história de sua descoberta, as pesquisas que foram feitas, bem como suas comprovações.

Desde o seu lançamento nos Estados Unidos em 1997, O Código da Bíblia tem sido um best-seller absoluto, e tem se mantido no alto da lista dos livros mais vendidos em todos os países onde já foi publicado, entre os quais, Inglaterra, Alemanha, França, Itália, África do Sul, Austrália, Japão, Portugal, Espanha, Holanda, Brasil, etc.

                                                                                                                                           Fonte:  Livro O Código da Bíblia - Michael Drosnin.




 Preparemos nossas vidas na presença de nosso Deus. 
A hora já se aproxima.

Desperta!

............................................................................................ Ráv. Yossef Baruch
................................................................................................ רב. יוסף ברוך







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