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Nossas festas e Dias solenes

Sempre reunidos para celebrar as mitsvót, os mandamentos da Toráh que o Eterno nosso D'us nos ordenou como sombras dos bens futuros. Grandes revelações nos são manifestadas que nos apontam a Yeshua nosso Rei.

O Judaísmo messiânico e o Acharít hayamim

É de suma importância observar os tempos e como devemos nos portar nesses últimos dias. Como testemunhas de Yeshua nesses tempos que nos mostram que o Templo já está as portas e o cenário mundial se prepara para o fim.

Os Segredos do Livro de João - Parte 3


O Evangelho de João
Parte 3



Prosseguindo nosso estudo, vamos ler os versos:

“No princípio, era a Palavra; e a Palavra estava com D’us, e a Palavra era Elevada, Poderosa, Grandiosa, Sublime. E ele estava com D’us. Tudo veio a existir através dele, e sem ele nada do que veio a existir se faria.”

Nos dois primeiros versos do Evangelho de João, percebemos que a Criação não é mencionada explicitamente. Mas vemos que eles são direcionados apenas para identificarmos o meio pelo qual o Eterno fez Sua Criação: Sua Palavra. A Palavra de D’us que é íntima do próprio Criador, como nenhuma outra criatura o é, por isso, João declara: “E ele estava com D’us” (v.2); ele já não dissera isso no verso anterior? Por que repetir? Para nos ensinar que apenas Yeshua estava ao lado do Eterno no ato da Criação. E que Yeshua possui uma intimidade com HaShem tal qual nenhum outro ser o tem, como é dito: “Ninguém jamais viu a D’us; o Filho unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” (João 1:18).
No início de seu livro, João declara apenas dois: o Eterno e Yeshua. Mas no seu terceiro verso, ele introduz um terceiro elemento: a Criação. E como HaShem, Yeshua e a Criação interagem entre si? Ora, para isso, basta entendermos como funciona o conceito da ação. Por definição, para que exista uma ação deve existir o agente: aquele que tem a vontade de realizar. E como realizar? Através de um meio adequado para o determinado fim. E finalmente, há o efeito de tal realização. E assim, enxergamos qual é a relação entre HaShem, Yeshua e a Criação: HaShem é a Causa de todas as causas, a Base de todas as bases: o agente primordial. Yeshua é o instrumento que HaShem utiliza para que haja o efeito: a Criação. E isso aprendemos do terceiro verso do Evangelho: “E todas as coisas vieram a existir através dele”.

Em português lemos, “vieram a existir”. Mas, tanto no grego quanto no hebraico, vemos um verbo muito mais significativo. Aqui, a palavra original ginomai ou נהיה provém do verbo “ser”. Ou seja, João declara, na verdade, que “todas as coisas são/vieram a ser através dele”. Isso é uma declaração importante, porque nos revela que esse ato da criação é distinto dos outros posteriores. Em que sentido?
A Criação do Eterno é ex nihilo, uma criação a partir do nada. Não houve matéria preexistente para a Criação; apenas o Eterno e Sua Palavra. Portanto, o próprio ser de cada criatura existe através de Yeshua, a Palavra do Eterno.
Ainda sobre a criação ex nihilo de HaShem, percebe-se uma leve, porém, crucial diferença entre os termos no hebraico: O Eterno é o único que בורא (bôre – cria), do verbo לברא (livro – criar). Enquanto, o homem עושה  (ossê – faz), do verbo לעשות (la’assot – fazer).
HaShem cria ex nihilo, do nada; enquanto o homem apenas transforma o já existente.
Outro ponto muito significativo nesse terceiro verso é a declaração de Yochanan, através do Ruach HaKodesh, que o Universo possui uma origem. Coisa que, para os gregos na época era loucura. Em Atos 17:18, vemos o encontro desses filósofos com Shaul. Os pré-socráticos criam que o Universo sempre existiu. Baseados na filosofia de Platão, criam que a physis (natureza) já existia no mundo das ideias junto aos deuses.
Yochanan, porém, enfatiza que o Universo teve um princípio. E seu princípio não se deu pelo acaso, como hoje creem, mas originou-se do Santo, bendito seja, através de Sua Palavra. Nossos sábios dirão (Pirkei Avot 4,29). Maimônides que esse pensamento aristotélico é falso, em seu livro More Hanevuchim (Livro II, cap. 20-23).
Quando analisamos os escritos do Judaísmo antigo, vemos que a participação da Palavra na Criação não é estranha à religião de Israel. Nos Targumim, há diversas referências mencionando a Palavra de D’us:
Em Gênesis 1:27, está escrito: “E D’us criou o homem a Sua imagem”; e o Targum Yerushalmi traduz: “E a Palavra do Eterno formou o homem a Sua imagem”.
HaShem, em Sua essência, não possui forma. Portanto, Ele faz o homem à imagem de Seu filho Yeshua, que é “o qual é imagem do D’us invisível, o primogênito de toda a criação” (Colossenses 1:15).
Outra referência dos Targumim está em Devarim 33:27, “O D’us Eterno é a tua habitação, e por baixo estão os braços eternos”. O Targum Onkelos traduz da seguinte forma: “O Eterno D’us é uma habitação, e pela Sua Palavra o mundo foi formado”.
Em Isaías 48:13, HaShem diz: “Também a Minha mão fundou a terra”. O Targum Yonatan traduz assim: “Também pela Minha Palavra, Eu fundei a terra”.
O que concorda com Hebreus 11:3, “Pela fé entendemos que os mundos foram criados pela Palavra de D’us”.
Juntamente a isso, o historiador judeu Filo, não somente o descreve como Arquiteto e molde para a Criação, mas como o Poder pelo qual D’us fez a Criação (De Mundi Opificio, parte 4, 5, 31, 31).
E em concordância ainda com tudo o que foi dito, vemos um texto muito encantador registrado no Tanya (Shaar Hayechud v’Haemuná 1,1):
“Está escrito: ‘Reconhece hoje e pondere em teu coração, que Hashém é o D’us nos céus acima e sobre a terra abaixo; não há nenhum outro’. O versículo, se entendido de forma simplista, parece declarar que não há outros deuses habitando no céu ou na terra.
Isto requer uma explicação: Por acaso lhe ocorreria pensar que há um deus habitando nas águas subterrâneas, de modo que seja necessário advertir tão fortemente [a rejeitar tal pensamento, ordenando para que ] “pondere em teu coração”, refletindo profundamente sobre isto para se conscientizar de que isso realmente não é assim? Como introdução para responder à questão acima, o Alter Rebe nos apresenta primeiro o seguinte conceito: Está escrito: “Para sempre, ó Hashém, Tua palavra permanece firme no céu”. O Baal Shem Tov, de abençoada memória, explicou extensamente este conceito, e divulgou amplamente que isso significa o seguinte: “Tua palavra” que Tu pronunciaste [como no versículo]: “Que haja um firmamento no meio das águas”, estas mesmíssimas palavras e letras através das quais os céus foram criados, permanecem eternamente firmes dentro do firmamento do céus e estão para sempre investidas (incorporadas) dentro de todos os céus para lhes dar vida, Nota do Rebe Shlita: “O fato destas palavras terem sido pronunciadas há milhares de anos não representa nenhum problema” conforme está escrito: “E a palavra de nosso D’us permanecerá firme para sempre” e também consta: “Suas palavras vivem e permanecem firmes para sempre”. Isto se refere não somente àquelas criações tais como o firmamento celeste que desfruta de uma existência permanente, como também se refere àquelas criaturas que perecem, como indivíduos, porém suas espécies seguem existindo. Em todos os exemplos, a força vital Divina, que criou uma determinada criatura específica, deve permanecer constantemente investida dentro dela, recriando-a e revivificando-a continuamente, assim como esta força vital Divina recria incessantemente o firmamento celeste, como será explicado logo adiante.
Pois se as letras criativas se afastassem mesmo que fosse por um instante, D’us nos livre, e retornassem para a sua fonte — que é o nível de Divindade de onde elas emanam, todos os céus se tornariam absolutamente nulos e inexistentes, e seria como se eles nunca tivessem existido, exatamente como antes do pronunciamento “Que haja um firmamento”. Antes deste pronunciamento Divino o firmamento não existia em absoluto. Se as letras que constituem o pronunciamento Divino se afastassem do firmamento, ele sumiria totalmente, ou seja, voltaria ao nada, ao estado de nunca ter existido. O Alter Rebe conclui agora que isto se aplica não somente em relação ao firmamento, como também em relação a todos os seres que foram criados. E assim é com todas as coisas criadas, em todos os mundos superiores e inferiores, e até mesmo nesta terra física e inclusive o domínio do completamente inanimado. Ou seja, até seres inanimados como pedras, por exemplo, que são imóveis e que não demonstram nenhum sinal de vida ou de espiritualidade, nem sequer o grau de vida observado no processo de crescimento no mundo vegetativo, mesmo essa extremamente baixa forma de existência abriga constantemente dentro dela a força vital divina que a faz existir. Se as letras dos Dez Pronunciamentos pelos quais a terra foi criada durante os Seis Dias da Criação se afastassem dela nem que fosse apenas por um instante, D’us nos livre, ela voltaria a ser totalmente nula e inexistente, exatamente como antes dos Seis Dias de Criação.
Este pensamento foi expresso pelo Arizal , quando ele disse que mesmo dentro daquilo que parece ser matéria inteiramente inanimada (sem vida) , tal como pedras ou terra ou água, há uma força vital espiritual. Ou seja (por mais que elas não revelem nenhuma forma demonstrável de vitalidade, mesmo assim) [dentro delas], encontram-se investidas as letras da fala Divina dos Dez Pronunciamentos que dão vida e existência à matéria inanimada, o que lhe torna possível passar a existir a partir do nada e da inexistência que precedeu os Seis Dias da Criação. Os Dez Pronunciamentos levaram a matéria inanimada a um estado de existência, em contraste com seu estado anterior de não-existência, antes dos Seis Dias da Criação. Assim sendo, as letras dos Dez Pronunciamentos, que criaram e deram origem à matéria inanimada, são a sua “alma” e a sua “força vital”. Portanto, mesmo que o nome evenאבן (“pedra”) não esteja mencionado nos Dez Pronunciamentos registrados na Torá — e como, então, podemos dizer que as letras dos Dez Pronunciamentos estão investidas dentro de uma pedra, fazendo-a existir? No entanto, a força vital flui dos Dez Pronunciamentos para a pedra através das combinações e permutações de suas letras.
Como, por exemplo, no caso de um alef [ א ], que pode eventualmente substituir um hei [ ה ], já que ambas as letras são articuladas pelo mesmo órgão da fala, e assim por diante, que são transpostas por meio dos “duzentos e trinta e um portões (ou ‘combinações de letras’)”, seja em ordem direta ou inversa, conforme explicado no Sêfer Yetsirá 2:4. Desse modo, eventualmente, a combinação das letras [que forma] o nome evenאבן (“pedra”)  evolve e origina-se dos Dez Pronunciamentos, e é derivada deles, e esta combinação de letras é a força vital da pedra. E o mesmo ocorre com todas as coisas criadas no mundo. A Língua Sagrada, o hebraico da Torá, foi a linguagem usada na Criação. Por isso, todas as coisas criadas são afetadas diretamente por seus nomes em hebraico, assim como pelas letras que compõem os seus nomes. Nisto, a Língua Sagrada é diferente de qualquer outra língua convencional, onde o significado das palavras é o resultado de mero consenso. Os nomes [de todas as criaturas] na Língua Sagrada são justamente estas letras da fala Divina que (originam-se e) descendem, de um nível superior a um nível inferior , a partir dos Dez Pronunciamentos registrados na Torá, por meio de permutações (substituições) e transposições de letras através dos “duzentos e trinta e um portões”, até que chegam e investem-se em alguma criatura específica, assim lhe dando vida. Essa descida de nível — das letras dos Dez Pronunciamentos Divinos para suas permutações — é necessária, porque criaturas individuais não podem receber sua força vital diretamente dos Dez Pronunciamentos registrados na Torá (diferente de outras criaturas mencionadas na Criação, tais como os céus, a terra, o sol e a lua), pois a força vital emitida diretamente deles é bem maior que a capacidade das criaturas individuais; isto é, a força vital vinda diretamente dos Dez Pronunciamentos é demasiadamente intensa para servir como a força vital para essas criaturas. Elas só podem receber a força vital quando essa força vital desce e é progressivamente diminuída, grau a grau, por meio de substituições e transposições de letras, e por meio de guematriot, seus valores numéricos, É possível que a força vital tenha que ser tão diminuída que mesmo através da substituição e transposição de letras não seja o suficiente e ela tenha que ser reduzida ainda mais através do sistema de guematria, do cálculo e da equivalência numérica entre as letras e palavras. Até que [a força vital] possa ser condensada e investida e dela possa ser criada uma criatura específica. E o nome pelo qual [tal criatura] é chamada na Língua Sagrada é um receptáculo para a força vital condensada nas letras daquele nome que descendeu (derivou-se) dos Dez Pronunciamentos registrados na Torá, que possuem o poder e a vitalidade para criar um ser a partir do nada e dar-lhe vida para sempre. E por que estas letras têm o poder de fazer isso? Pois ‘a Torá e [D’us,] O Santo, bendito seja, são um só’ (Zohar I, 24a; II, 60ª). Assim como D’us tem o poder de criar algo do nada, os Dez Pronunciamentos da Torá também têm este poder.”
Mathew Poole, exegeta do séc. XVII, escreve comentando o verso:
“Pois, verdade é, que a preposição δι (di) é uma preposição de causa instrumental.”
Prosseguindo no verso 3,
“e sem ele nada do que veio a existir se faria.”
Yeshua é o único instrumento eficaz e adequado para a Criação. Nenhum outro mais. HaShem cria Yeshua de maneira única, para que ele seja o repositório da Sua luz.
Na Kabalá, enxergamos a mesma visão. A esse ser, a Kabalá nomeia-o como sendo “Adam Kadmon”. E sobre ele, o Tikunei Zohar 121a:5 declara,
קַדְמוֹן לְכָל קְדוּמִים, בְּגִין הַאי אָדָם קַדְמוֹן אִתְּמַר בְּעִלַּת הָעִלּוֹת, וָאֶהְיֶה אֶצְלוֹ אָמוֹן, וּלְהַהוּא קַדְמוֹן אָמַר (בראשית א כו) נַעֲשֶׂה אָדָם בְּצַלְמֵנוּ כִּדְמוּתֵנוּ
“O primeiro de todos os primeiros é Adam Kadmon. Ele estava na Elevação das elevações, como está escrito, ‘E eu estava do Seu lado como um Arquiteto’. E sobre o mesmo Adam Kadmon diz, ‘Façamos o homem à nossa imagem e semelhança.”
Outra referência muito interessante está registrada no livro Assará Perakim L’Ramchal (1:3),
אדם קדמון - עד שלא נברא העולם, היה הוא ושמו אחד, רצה וצמצם אורו לברוא את הבריות
Adam Kadmon – Até o período em que o mundo foi criado, [HaShem] e Seu Nome eram Um. Ele quis, e limitou Sua luz para fazer as criaturas.”
A Kabalá nos ensina que através do Tsimtsum de HaShem, Ele limita Sua luz, e cria um Lugar (makom) para sua emanação.
Yeshua é a Luz do Eterno, que através dela, o Santo, bendito seja, realiza o ato da criação. Isso é aludido na Torá, quando HaShem descreve a emanação da Luz antes de relatar a Criação; para nos ensinar que através dessa Luz a Criação foi feita.
Ora, Yeshua fala com a mesma linguagem em João 8:12,
“Falou-lhes, pois, Yeshua outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo.”
Enquanto que a Kabalá não declara, verdadeiramente, a identidade dessa Luz, vemos na Brit Chadashá, Yeshua declarando abertamente que Ele é a luz pela qual toda a criação subsiste.
Aqui cabe explorarmos a relação entre o Tsimtsum de HaShem e Yeshua.
A Kabalá nos ensina que para HaShem fazer Sua Criação foi-se necessário Ele “contrair” Sua infinitude a fim de permitir criar um lugar adequado para a mesma existir. O famoso rabino Gershom Scholem define Tsimtsum da seguinte maneira:
“A doutrina de Tsimtsum, da auto-limitação de D’us, manifesta que o primeiro ato da criação de D’us não se sucedeu com o Infinito abandonando Suas misteriosas profundidades, mas sim, que o primeiro ato foi ‘a contração do Infinito desde Si mesmo a Si mesmo’, um ato de auto-recolhimento e contração de Si mesmo para criar a possibilidade dos processos do mundo. Somente após esse ato, o Infinito envia Sua Luz para dentro do vazio criado pelo Tsimtsum, da qual aí emanam as sefirot.”
O rabino Chaim Vital também traz uma consideração muito interessante (Ets Chaim 1:1),
“É necessário saber que antes que a humanidade fosse criada, havia uma grande luz que iluminava tudo, e não havia espaço para nada mais. Tudo era essa luz. Não obstante, quando HaShem decidiu criar o mundo, Ele se ‘contrariu’ a Si mesmo.”
Essa é uma reveladora explicação dos nossos sábios.
Nossa tradição nos ensina que essa é a explicação do verso de Hababuque (3:4),
“E o resplendor se fez como a luz, raios brilhantes saíam da Sua mão, e ali estava o esconderijo da Sua força.”
Também vemos uma alusão na Brit Chadashá.
Ora, Yeshua proclamou, “Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer o Pai; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente.” (João 5:19)
E vemos que esse mesmo padrão de redução (Tsimtsum) que o Eterno realizou em si mesmo está refletido em Yeshua, como é dito:
“Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Filipenses 2:7)
A palavra grega κενόω (kenoô) é equivalente à palavra hebraica ריק (reik) que quer dizer “reduzir-se”, ou seja, Yeshua contraiu-se de seu estado original para assumir a forma humana.
Daqui vemos a presença do Tsimtsum nas Sagradas Escrituras.
Concluindo então que Yeshua é a Luz pela qual HaShem realiza criação, vemos justamente o verso seguinte do Evangelho declarar:
“Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.” (João 1:4)
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